domingo, 25 de fevereiro de 2024

Autismo

 Design para campanha de conscientização do autismo.

Produto: agenda



Design de estampa

 O design que está vendo é um exercício de minimalismo de um dos jogos de video game favoritos.

Aplicação. silk screen



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Campanha Almofadas Decorativas

 A Almofada Decorativa é um acessório indispensável, seja para o sofá, para a cadeira, para a cama, etc. Além de aumentar o conforto, ela traz um toque a mais de diferenciação para as decorações, adicionando cor, textura ou criatividade ao espaço.

Acima imagem desenvolvida utilizando inteligência artificial seus controles e variações nos inputs.


quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Parceria do futuro - fitness

A algum tempo as técnicas que aprendi de design são destinadas ao setor de estamparia. Neste mercado já apresentando sinais de inchaço, muito tem que se fazer para que os conceitos base não sejam sufocados pela dinâmica do mercado.
Um sábio disse  - “Quando alguém fala em “vamos fazer uma parceria” eu tenho temores. Geralmente alguém está tentando fazer por pouco ou por nada, aquilo que deveria pagar mais caro.”
Profissionalmente começo as parcerias visando trocar soluções em comum, nosso trabalho é solucionar as necessidades dos clientes. Com essa filosofia chegamos a satisfação do trabalho apresentado, realização pessoal e profissional onde todos os envolvidos direta e indiretamente ficam atendidos dentro das suas respectivas necessidades.

As camisetas desenvolvidas para o Studio FitnessPersonalizado Denilda Amaro, profissional de educação física que constantemente se atualiza para atender a necessidade das pessoas que necessitam de treinamento físico, vai além do que se veste é qualidade de vida.
Parceria do futuro juntos no presente.

Obrigado pela confiança reafirmada em cada solicitação. 

Necessita de mais informações (21) 99904-2959 ou julco2000@gmail.com
Sobre o Studio clique aqui

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Materiologia - estudos recorrentes a cada projeto

A cada solicitação é feito um vasto processo de analise das melhores matérias-primas para desenvolvimento do projeto. Naturalmente o cliente não faz ideia disso, são nanosegundos que passam pela sua mente captadas muitas das vezes pelo ouvido até utilizar a boca para comunicar ao cliente breves demandas do projeto.
Materiologia foi escrito por Fernando Mascaro  é um livro para pessoas que lidam com criação, utilizando materiais e tecnologias: um vasto grupo, que abarca de estudantes a profissionais iniciantes ou já experientes em áreas como arquitetura, engenharia, design e outras. Escrito em linguagem de fácil compreensão, Materiologia é rico em informações sobre materiais e tecnologias, abordando tudo o que sempre se quis saber sobre materiais, mas que nunca se esperou encontrar em um único volume. Com a publicação de Materiologia, o Senac São Paulo, além de mais uma vez cumprir seu compromisso com a excelência dos conhecimentos que dissemina, o faz de maneira desafiadora, oferecendo um guia inovador tanto pela proposta como pela abordagem que faz do assunto.

Fonte. http://www.designbrasil.org.br/entre-aspas/materiologia/

quinta-feira, 17 de maio de 2012

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Publicidade

Muito bom





Anúncios X Marketing X Vendas


Trabalhando com anúncios de lojas de "multimarcas" no mercado de venda de automóveis, levantei a ideia de anunciar os carros zero km que as montadoras também anunciam. O exemplo é esse (CELTA LIFE 0km R$ 19.900, financiado) só que esse carro nas concessionária é R$ 19.900, à vista - 1ª pergunta: Quem vendeu o carro? 2ª pergunda quem anunciou o carro?
Todos podem anunciar seus produtos mas determinados alguns tem mais poder de venda do que outros.
As palavras do professir Marcos Hiller em determinados pontos se aproximam desse pensamento sobre o anuncio e a venda em si. "O professor Marcos Hiller, coordenador do MBA de Branding da Trevisan Escola de Negócios, em São Paulo, explica que quando não se faz um trabalho de branding bem feito, o risco de criar uma espécie de vitrine para os próprios concorrentes é bastante grande: “Quando não se evidencia de forma clara, consistente e visível os seus vários elementos de marca, acaba-se fazendo propaganda de graça para o líder da categoria”, esclareceu. Certamente é por isso que parte considerável do público não consegue vincular o carro da propaganda dos “Pôneis” ao nome da fabricante Nissan.
É por isso que a Nissan e os defensores dos seus “Pôneis Malditos” devem prestar atenção: criatividade sem estratégia não vale nada. Quanto maior a força da marca e sua presença no mercado, menos recursos serão necessários e maiores – e também mais rápidos – serão os retornos de publicidade." Lições debranding

Vale a pena ver de novo

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Branding: ABA lança guia melhores prátivas

Branding: ABA lança guia melhores prátivas


Após dois anos de trabalho, o comitê de Branding da Associação Brasileira de Anunciantes - ABA - lançou o Guia de Melhores Práticas aplicado ao Branding.
Composto por 5 livretos sombre identidade visual e Naming, proteção da marca, pesquisa, design gráfico e glossário, o guia tem um conteúdo indispensável para agências e clientes aperfeiçoarem a criação e gestão de marcas. Mais informações pelo site www.aba.com.br

Arquivos digitais: a quem pertecem?





O texto abaixo é a perfeita ilustração do que vem acontecendo no mercado.
Considerações acerca do direito patrimonial sobre o know-how do designer

A tecnologia digital trouxe para a nossa profissão, além dos benefícios amplamente conhecidos, uma questão delicada, que é o direito à posse de arquivos. Essa questão sempre levanta dúvidas, por parte dos designers, e mal-entendidos, por parte dos clientes. Voltando um pouco mais atrás, na época em que se trabalhava no papel, no tempo do “paste-up” e dos “over-lays”, após a execução dos fotolitos e da impressão, muitos profissionais entregavam estes materiais para o cliente.

Acontece que a “tecnologia” daquela época era um dificultador para a alteração do trabalho pelo cliente, e esta quase sempre era solicitada para o profissional autor do projeto. Neste contexto, era mais fácil garantir que o trabalho não seria modificado sem a concordância do designer.

Infelizmente, nos tempos atuais até o próprio cliente tem sua empresa suficientemente informatizada, permitindo que qualquer um de seus funcionários possa fazer alterações nos arquivos, visto que muitos softwares podem ser operados em ambas as plataformas (PC ou Mac).

Além disso muitas gráficas e bureaus também cometem o “pecado” de mexer nos arquivos a pedido do cliente com o pretexto de atualizar dados ou imagens, e com isso acabam alterando o projeto original sem nenhuma consulta prévia ao seu autor.

É importante relembrarmos alguns aspectos relacionados com os direitos e deveres que envolvem as duas partes: clientes e designers.

Quando da contratação de um designer/escritório devem ser estabelecidos quais os trabalhos que serão desenvolvidos, quais as finalidades dos mesmos e a respectiva remuneração.

De acordo com a lei autoral, a criação implica a titularidade dos direitos autorais (morais e patrimoniais) aos designers/escritórios.

Somente através de instrumentos próprios (contratos de cessão de direitos autorais) os designers/escritórios cedem seus direitos aos clientes, porém não sem ônus.
Caso isso não seja feito, o cliente não pode utilizar a criação do profissional de designer além do que foi estabelecido no contrato (verbal ou escrito).

O arquivo digital, um instrumento essencial para o designer, é também de fundamental importância para o desenvolvimento de novos projetos, bem como para a renovação do projeto anterior, de preferência fechado, porque a utilização, além do que foi estabelecido (contrato), dependerá de autorização do criador do trabalho e, por conseqüência, do respectivo pagamento.

Se o designer, de comum acordo com o cliente, decide entregar um arquivo aberto, portanto editável, deverá estabelecer por escrito em que condições poderão ocorrer novas edições e eventuais alterações, seja através do designer autor ou de terceiros (gráficas, bureaus e outros).

É importante lembrar que todo e qualquer negócio que envolva direitos autorais deve ser interpretado restritivamente, ou seja, apenas o cliente pode utilizar a criação intelectual de terceiros dentro da finalidade, período, território e condições previamente ajustadas.

Portanto, fica claro que o cliente deve receber somente uma cópia fechada do arquivo para que, na medida em que for necessário realizar novos trabalhos a partir do projeto original ou atualizá-lo, o designer participe de sua execução diretamente ou de sua negociação.

Pelo exposto acima, é recomendável que os designers adotem uma postura profissional mais homogênea para que os clientes possam entender e respeitar nossos direitos. Estas questões são de extrema importância para a sedimentação de nossa profissão e de sua correta visibilidade no mercado.

Sônia Carvalho
Designer e membro do Conselho de Ética da ADG
Texto extraído do número 23 da Revista da Associação dos Designers Gráficos / Brasil.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Atuação

Design Gráfico
Minha principal área de atuação é design gráfico, com grande experiência em produzir material de marketing promocional (é comunicação de marca com objetivo de incrementar a percepção de seu valor por meio de técnicas promocionais e pontos de contato que ativem a compra, o uso, a fidelização ou a experiência de produtos e serviços. AMPRO)
- Flyers (panfletos)
- Encartes
- Painéis (lona/adesivo)
- Jornal (informe publicitário/classificado)

Motion Design
Produção de vídeo é uma área que atuo desde 2003 (surgiu em 2003 quando estava no Exército Brasileiro).
- Filmagem
- Edição e finalização
- Efeitos especiais
- Pós produção

CreativePhotos
Forte influência da fotografia (meu primeiro contato acredito que foi em 1998), com muitos anos de Photoshop, desenvolver essas peças é como uma terapia.
- adesivos
- banners
- calendários

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_promocional

quarta-feira, 29 de junho de 2011

ENDOBRANDING: CHEGOU A HORA DA EMPRESA SE CONHECER

Por muitos anos o termo ”marca” foi utilizado como sinônimo da representação gráfica, da identidade visual da empresa. Muitos profissionais acreditavam que o trabalho com marcas envolvia a criação de uma nova “logo”, com cores e fontes marcantes, que pudessem se destacar no mercado.

O grande erro é justamente começar o processo a partir do meio. Não é possível desconsiderar que todas as organizações possuem, assim como os humanos, uma identidade própria, que as diferencia das demais (não pelo uso de um símbolo apenas, mas pelos atributos que a empresa possui).

Os símbolos serão um reforço daquilo que se descobriu na essência da empresa, mas, para isso, é preciso entender de branding, que é uma filosofia de gestão ligada diretamente à estratégia empresarial.

O branding vai tratar de todo o processo de gestão da marca, que tem início na identidade, passa por várias etapas, inclusive a identidade visual, e culmina na reputação da empresa. É lógico que todo esse caminho não é tão simples assim.

Para iniciar a gestão da marca, a empresa buscará entender o que ela efetivamente é (a que chamamos de identidade), não apenas do ponto de vista dos donos e da direção, mas a partir da opinião de todos os níveis hierárquicos da empresa.

Ao passo em que se busca descobrir a identidade, inicia-se um processo (interno e externo à empresa) de investigação a respeito da natureza da organização, dos seus hábitos, costumes, crenças e cultura. A empresa começa a se conhecer por dentro e descobrir os impactos que as suas ações geram (e sofrem) nos ambientes interno e externo.

Com essa gama de informações é possível definir as diretrizes organizacionais (negócio estratégico, missão, visão, valores) com base na participação e interação com os stakeholders (grupos de interesse). Essa não é uma tarefa apenas da alta direção, mas deve-se buscar representatividade de opiniões da empresa inteira.

Para que o processo de branding tenha sequência é preciso promover o alinhamento interno, educando as pessoas de dentro da corporação para esses novos rumos, valores, objetivos e posturas que estão nascendo, além, é claro, de promover o posicionamento interno (qual a ideia central que deve permanecer na mente das pessoas).

A esse processo todo chamamos Endobranding. Ele dará a possibilidade para que os demais profissionais da organização (marketing, designers, engenheiros) trabalhem, aí sim, a criação (ou redesenho) da identidade visual, o posicionamento e a arquitetura de marcas, o portfólio de produtos, as comunicações, dentre uma série de outras vertentes, buscando criar significado da marca para os seus consumidores.

O conceito de branding abarca todas essas etapas (dentro, endobranding e fora da empresa), integrando os diversos setores (RH, TI, Comunicações, Marketing, Produção, etc) como o objetivo de criar a coerência da empresa, algo que nasceu lá dentro, na essência da organização, mas que deve ser refletido em todas as direções.

Font: http://www.tododesigner.vai.la/* Flávio Tófani coordena os cursos de pós-graduação em Gestão de Marcas e em Comunicação Interna na PUC-MG. É palestrante e consultor de empresas. www.flaviotofani.com.br

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Novo projeto de lei apresentado ontem na Câmara dos Deputados prevê regulamentação do profissional de design

Foi apresentado ontem, dia 18, pelo deputado Penna (PV-SP), na Câmara dos Deputados, o projeto de lei nº 1391/2011, que prevê a regulamentação do exercício profissional do designer. Desde 2003 não circulava pelo legislativo um projeto de lei com este objetivo, e o apresentado ontem é o sétimo de que se tem registro – o primeiro é do ano de 1980.

Justificativa
De acordo com a proposta do deputado José Luiz Penna, a reivindicação pela regulamentação já existe há mais de 30 anos, com cerca de 60 mil profissionais graduados na área atualmente, além dos 100 mil formandos em 380 cursos de design pelo país. A regulamentação do profissional da área é de interesse não só do designer, mas do poder público e do usuário final dos produtos e serviços desenvolvidos pelo setor, conforme justifica o projeto de lei.

Sem um registro profissional, o poder público municipal, estadual ou federal não pode contratar serviços de um profissional de design através de licitações ou concorrência pública, conforma afirma o deputado Penna. “Com isso os governos não podem contratar designers (...) seja para projetos de identidade visual, sinalização pública de qualquer tipo, para o desenvolvimento de projetos de mobiliário escolar ou hospitalar ou mesmo para projetos de mobiliário urbano ou equipamentos públicos como trens de metrô ou ônibus escolares”, discorre o PL nº 1391/2011.

Além disso, outros fatores se destacam, como o valor agregado que o design afere a um produto, sendo um propulsor da economia nacional e um diferencial no mercado de exportação, portanto outras classes, como os empresários e o setor produtivo nacional, são afetados pela atuação da profissão. O usuário final, por sua vez, não pode definir o designer como responsável pelo produto/serviço consumido, uma vez que profissão não é registrada ou regulamentada por órgão algum.

Atuação
Segundo o Artigo 3º do projeto, caso torne-se uma Lei, serão considerados profissionais de design: os que possuem diploma de graduação plena e/ou tecnológica, em cursos reconhecidos pelo MEC; os que comprovarem o exercício da profissão por pelo menos cinco anos até a publicação da Lei; ou os que possuem diplomas devidamente validados e reconhecidos no país, ainda que adquiridos em instituições estrangeiras.

Entenda o caminho do projeto de lei
Ainda que a regulamentação da profissão esteja um passo mais próxima após a apresentação do projeto de lei nº 1391/2011, do deputado Penna, a apresentação é só a primeira etapa do caminho a percorrer até que a proposta se torne uma Lei. Atualmente, a situação deste projeto de lei, de acordo com o site da Câmara dos Deputados, é ‘Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados’ (acompanhe passo a passo o andamento do PL nº 1391/2011 através deste link oficial) – ou seja, ainda é o início do processo para ser encaminhado para o segundo passo: o exame.

O exame é feito pelas Comissões de Constituição e Justiça e posteriormente direcionado para as comissões temáticas, de acordo com o objeto em questão. Depois desta etapa é que o projeto de lei chega ao Senado, para aprovação (ou não) e revisão de todo seu conteúdo. A partir daí, o próximo passo é a definição final: a sanção ou veto do projeto de lei pelo presidente da república – se sancionada, a Lei é promulgada e então publicada em Diário Oficial.

Fonte: http://www.designbrasil.org.br/

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Bio

Sobre o Júlio em 2016.
A linha é um ponto em movimento (Donis A. Dondis)
Do design para o marketing para as mídias sociais para o relacionamento para a costura.

Hoje "nosso design",  "nossa linha"ou "nosso movimento" vai para as roupas e acessórias estampados sublimáticos ou serigráficos.

O processo é praticamente o mesmo de anos atrás imagina > desenha > "computa" e cria e aplica.
Apresentamos dois segmentos de comércio eletrônico a SFCamisa e a Camiseta Católica.

É o que fazemos é o que amamos

Algum tempo atrás
Nada mudou, mas o amor é uma progressão assim como a vida. Este caminho continuamos traçando todos juntos. Júlio Oliveira.

Rastro


Sobre o Júlio em 2011.
A linha é um ponto em movimento (Donis A. Dondis)
O conceito que integra a carreira de Julio Oliveira, apaixonado pela produção visual, seja gráfica ou móvel.
O período acadêmico concluso em 2005 dá início a uma busca que iniciou-se em 1996 em um curso de 3dStudio. Para a linha se movimentar foi necessário fotografia, produção de tv e, claro, design gráfico. A maioria das minhas experiências foram realizadas durante minha passagem no Exercito Brasileiro de 2003 e 2007.
A publicidade no mercado automobilístico é o que faz a linha se movimentar, atuando no Jornal O Globo como agenciador de propaganda.
Algum tempo atrás
Não nasci a 10.000 anos atrás, mas o I was born to rock n’ roll, everything i need (Lemmy Kilmister) e por razão do destino no ano em que o Flamengo foi campeão mundial. Existe também aquela que permite que eu esteja ao seu lado desde 2002 e no ano seguinte nasceu a princesa e quando o movimento estava sinalizando para um foco singular, no ano da segunda década do novo século nasce a nº 2.

Rastro